
Anel
Estrutura de ouro.
Pedra principal na cor rosa forte, um rubislite.
Dois brilhantes ladeando a pedra principal, um em cada flanco.
Em uma lateral, a tábua da lei em platina ou ouro branco.
Em outra lateral, o caduceu estilizado em platina ou ouro branco.
O desenho da tábua da lei em uma das laterais remete aos dez mandamentos de Moisés. Aceitar a tábua como instrumento simbólico parece-nos justo, para lembrar a responsabilidade legal da escrita contábil como instrumento de fé pública, e como o limite em que a atuação profissional não deve transgredir. Essa ideia se adapta a uma simbologia que apresenta, como uma de suas bases, a conduta do contabilista orientada ao respeito à lei.
O caduceu, presente na outra lateral do anel, é o símbolo da contabilidade. Sua figura é composta por um bastão com duas serpentes entrelaçadas a ele e um elmo alado em sua parte superior. O uso do Caduceu pelos romanos simbolizava o equilíbrio moral e a boa conduta: o bastão expressando o poder; as duas serpentes representando a sabedoria, as asas como símbolo da diligência e o elmo, parte da armadura romana que protegia a cabeça, tem como significado a proteção aos pensamentos baixos que levam a ações desonestas.
Os objetos simbólicos do anel que utilizamos como representação dos profissionais da Ciência Contábil trazem significados históricos e culturais. Embora a sociedade não conheça a fundo os símbolos ou seus significados, nós, futuros contabilistas devemos ter a consciência da importância daqueles valores representados no anel, para o melhor desenvolvimento das nossas atividades. É um objeto identificador de cultura e habilitação para o exercício da profissão contábil, seus símbolos inspiram significações sociais, ligadas à lei e à proteção dos que desempenham atividades, visando cumprir finalidades humanas produtivas, em favor próprio e da sociedade.
R. Espinosa – Padre Teodoro, Sete Lagoas – MG, 35702-122



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